Nos Estados Unidos, Ulrich descobriu o som do grupo britânico Diamond Head e surtou: viajou para a Inglaterra, foi aos shows e ficou amigo dos caras da banda. Ao voltar para a América, Lars colocou um anúncio no jornal para formar uma banda, conheceu James Hetfield e, em 1981, criou o Metallica.
Desde então, Ulrich participou de todos os álbuns da banda como baterista, além de contribuir como letrista e marketeiro.
Ele foi pioneiro em batidas explícitas de thrash metal em canções como "Metal Militia" (1983) ou "Fight Fire With Fire" (1984), e seu estilo característico no instrumento, muitas vezes em sincronia com a guitarra rítmica de James e promovido pela fama internacional de Metallica, inspirou muitos músicos a aprender a tocar bateria.
Apesar disso, Lars recebeu aulas do instrumento até 1986, ano em que o Metallica gravou a obra-prima Master Of Puppets.
Seu ápice técnico e criativo é aclamado em And Justice For All (1988) no Black Album (1991), este último responsável por popularizar a banda e o trabalho de Lars mundialmente. Desde então, o baterista reduziu seu kit, apresentando linhas igualmente requintadas, porém, no sucessor Load (1996).
Desde que assistiu ao vivo em 1973, a banda favorita de Lars é Deep Purple. O baterista organizou uma petição que levou o grupo ao Hall da Fama do Rock N'Roll em 2016.
Além disso, Ulrich é um fã declarado das artes visuais, possuindo uma extensa coleção de pinturas; jazz, que costuma ouvir depois dos shows do Metallica; e Oasis, que, segundo o baterista, o ajudou a largar o vício em cocaína em 2008.
Lars Ulrich foi premiado com o título de Sir na Dinamarca em 2017, foi casado três vezes (atualmente modelo Jessica Miller desde 2015) e tem três filhos.


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